28 de outubro de 2007

Deltora Quest

Nome:Deltora Quest
Autor: Emily Rodda
Editora: fundamento
numero de paginas: 104

Descrição:

uma coleção de 8 livros, deltora quest de vista pode parecer um livro para crianças, mas li e gostei e meu pai também, uma aventura sempre cheia de surpresas, você fica muito preso ao livro querendo saber oque vai acontecer e a cada volume a historia fica melhor.
A historia se trata das aventura de Lief, que leva o cinturão de Deltora , Barda seu companheiro que outrora se disfarçava de mendigo, um homem alto e forte, e Jasmine que se une a eles em sua primeira aventura.
O senhor do mau conseguiu destruir o cinturao de deltora e agora Lief, Barda e Jasmine estão encarregados da dificil tarefa de recuperar as 7 pedras preciosas para reconstituir o cinturão e salvar Deltora.

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NOVO LIVRO DE TOLKIEN

The Children of Húrin ("As Crianças de Hurin", em tradução livre) foi completado por Christopher Tolkien, filho do escritor, a partir de uma série de manuscritos inacabados.

Christopher disse que a história, situada em um período muito anterior ao da trilogia de O Senhor dos Anéis, é a última grande obra sobre a Terra Média escrita pelo pai.

O livro foi ilustrado por Alan Lee, que trabalhou nas versões para o cinema das obras de Tolkien.

No Brasil, livrarias já começaram a importar cópias da versão original em inglês de The Children of Húrin, e os livros devem estar disponíveis em poucas semanas.

Trechos divulgados

Os fãs vão reconhecer vários trechos do livro que já foram publicados separadamente. Christopher Tolkien já editou outro trabalho incompleto do pai, O Silmarillion, em 1977.

Esse livro faz um resumo geral da mitologia da Terra Média e inclui histórias individuais, entre elas a do livro novo, The Children of Húrin.

"Depois de estudar longamente os manuscritos, tentei construir uma narrativa coerente sem inventar nada", disse Christopher sobre o novo lançamento.

Tristeza

Outro membro da família Tolkien trabalhou no projeto: o neto do escritor, Adam, no papel de editor-assistente. Ele disse que estava "triste" com a maneira como alguns fãs parecem ter esquecido como seu avô realmente era.

"Todo mundo fala sobre a marca, a franquia e os filmes. As pessoas obviamente esquecem que existe um homem por trás disso, que ele escreveu por suas razões e que livros são maravilhosos", disse.

"Eu certamente não estou infeliz com o sucesso que tiveram, mas é uma pena que (a obra) tenha se tornado uma marca. É uma obra de arte".

Mais de 150 milhões de cópias de O Senhor dos Anéis foram vendidas no mundo e a obra gerou três filmes com grande sucesso de bilheteria.

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O Super Silva

Nome: O Super Silva
Autor: Ivan Jaf
Editora: Ática
Número de páginas:114

Descrição:

Mais um livro de um de meus autores preferidos, já li muitos livros do Ivan Jaf e gostei de todos, com seu estilo naturalista ele sempre faz uma historia muite engraçada.
Silva é um borracheiro humilde do morro da mangueira, ate que em um dia de carnaval bebe muito e acaba caindo de um barranco e parando em um lixão, se vestindo com todas as fantasias que encontra. Logo depois ele salvaria uma repórter e fara muitas outras façanhas virando um herói popular.

   

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Um dia de merda

Nome: Um dia de merda
Autor: Luiz Fernando Veríssimo

Um dia de merda

Luiz Fernando Veríssimo (verídico)

Aeroporto Santos Dumont, 15:30. Senti um pequeno mal estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse. Mas, atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas. Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão. “Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranqüilo”. O avião só sairia às 16:30.

Entrando no ônibus, sem sanitários, senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto. Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil, falei: “Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro”. Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda. O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante: “Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1 hora, devido às obras na pista”. Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo. Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento. Suava em bicas.

Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro. O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava me distrair vendo TV, mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado. Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada. Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal. Mas sem dúvida, a situação tava tensa. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessei sério: “Cara, caguei”.

Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle. “Que se dane, me limpo no aeroporto” – pensei. “Pior que isso não fico”. Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira, mas não pude evitar e, sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Dessa vez, como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés. E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo à liberdade. E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar, afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado. Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez.

Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pêlos do rabo junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada. Finalmente cheguei ao aeroporto e, saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri ao banheiro e, entrando de boxe em boxe, constatei a falta de papel higiênico em todos os cinco.

Olhei para cima e blasfemei: “Agora chega, né?” Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que conclui como sendo o fundo do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.

Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o “check-in” e ia correndo tentar segurar o vôo. Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. Ele tinha despachado a mala com roupas. Na mala de mão só tinha um pulôver de gola “V”. A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus.

Desesperado, comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis. Minha cueca joguei no lixo. A camisa era história. As calças estavam deploráveis e, assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda. Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10. Teria que improvisar. A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar. Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu.

Estava pronto para embarcar. Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola “V”, sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.

Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando “O RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO” e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria. A aeromoça se aproximou e perguntou se precisava de algo. Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir: “Nada, obrigado. Eu só queria esquecer este dia de merda!”

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O Hobbit

Nome: O Hobbit
Autor: J.R.R. Tolkien
Editora: Infe
Número de Páginas: 296

Descrição:

Este é um livro do meu autor preferido Tolkien, onde sua intenção era fazer uma historia para seu filho.
Nessa historia Tolkien conta as aventuras de Bilbo Bolseiro (tio de Frodo), que com mais doze anões tem que matar o poderoso dragão Smaug para pegar seu tesouro.

 
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