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	<title>Livros Legais</title>
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		<title>Deltora Quest</title>
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		<dc:date>28.10.07</dc:date>
		<dc:creator>Félix</dc:creator>
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		<description>Nome:Deltora QuestAutor: Emily RoddaEditora: fundamentonumero de paginas: 104Descri&#231;&#227;o:uma cole&#231;&#227;o de 8 livros, deltora quest de vista pode parecer um livro para crian&#231;as, mas li e gostei e meu pai tamb&#233;m, uma aventura sempre cheia de surpresas, voc&#234; fica muito preso ao livro querendo saber oque vai acontecer e a cada volume a historia fica melhor.A historia se trata das aventura de Lief, que leva o cintur&#227;o de Deltora , Barda seu companheiro que outrora se disfar&#231;ava de mendigo, um homem alto e forte, e Jasmine que se une a eles em sua primeira aventura.O senhor do mau conseguiu destruir o cinturao de deltora e agora Lief, Barda e Jasmine est&#227;o encarregados da dificil tarefa de recuperar as 7 pedras preciosas para reconstituir o cintur&#227;o e salvar Deltora.
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	<item rdf:about="http://livroslegais.blog.terra.com.br/novo_livro_de_tolkien">
		<title>NOVO LIVRO DE TOLKIEN</title>
		<link>http://livroslegais.blog.terra.com.br/novo_livro_de_tolkien</link>
		<dc:date>28.10.07</dc:date>
		<dc:creator>Félix</dc:creator>
		<dc:subject></dc:subject>
		<description>The Children of H&#250;rin (&#34;As Crian&#231;as de Hurin&#34;, em tradu&#231;&#227;o livre) foi completado por Christopher Tolkien, filho do escritor, a partir de uma s&#233;rie de manuscritos inacabados.
Christopher disse que a hist&#243;ria, situada em um per&#237;odo muito anterior ao da trilogia de O Senhor dos An&#233;is, &#233; a &#250;ltima grande obra sobre a Terra M&#233;dia escrita pelo pai.
O livro foi ilustrado por Alan Lee, que trabalhou nas vers&#245;es para o cinema das obras de Tolkien.
No Brasil, livrarias j&#225; come&#231;aram a importar c&#243;pias da vers&#227;o original em ingl&#234;s de The Children of H&#250;rin, e os livros devem estar dispon&#237;veis em poucas semanas.
Trechos divulgados
Os f&#227;s v&#227;o reconhecer v&#225;rios trechos do livro que j&#225; foram publicados separadamente. Christopher Tolkien j&#225; editou outro trabalho incompleto do pai, O Silmarillion, em 1977. 
Esse livro faz um resumo geral da mitologia da Terra M&#233;dia e inclui hist&#243;rias individuais, entre elas a do livro novo, The Children of H&#250;rin.


&#34;Depois de estudar longamente os manuscritos, tentei construir uma narrativa coerente sem inventar nada&#34;, disse Christopher sobre o novo lan&#231;amento.TristezaOutro membro da fam&#237;lia Tolkien trabalhou no projeto: o neto do escritor, Adam, no papel de editor-assistente. Ele disse que estava &#34;triste&#34; com a maneira como alguns f&#227;s parecem ter esquecido como seu av&#244; realmente era.&#34;Todo mundo fala sobre a marca, a franquia e os filmes. As pessoas obviamente esquecem que existe um homem por tr&#225;s disso, que ele escreveu por suas raz&#245;es e que livros s&#227;o maravilhosos&#34;, disse.&#34;Eu certamente n&#227;o estou infeliz com o sucesso que tiveram, mas &#233; uma pena que (a obra) tenha se tornado uma marca. &#201; uma obra de arte&#34;.Mais de 150 milh&#245;es de c&#243;pias de O Senhor dos An&#233;is foram vendidas no mundo e a obra gerou tr&#234;s filmes com grande sucesso de bilheteria.</description>
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	<item rdf:about="http://livroslegais.blog.terra.com.br/o_super_silva">
		<title>O Super Silva</title>
		<link>http://livroslegais.blog.terra.com.br/o_super_silva</link>
		<dc:date>28.10.07</dc:date>
		<dc:creator>Félix</dc:creator>
		<dc:subject></dc:subject>
		<description>Nome: O Super SilvaAutor: Ivan JafEditora: &#193;ticaN&#250;mero de p&#225;ginas:114Descri&#231;&#227;o:Mais um livro de um de meus autores preferidos, j&#225; li muitos livros do Ivan Jaf e gostei de todos, com seu estilo naturalista ele sempre faz uma historia muite engra&#231;ada.Silva &#233; um borracheiro humilde do morro da mangueira, ate que em um dia de carnaval bebe muito e acaba caindo de um barranco e parando em um lix&#227;o, se vestindo com todas as fantasias que encontra. Logo depois ele salvaria uma rep&#243;rter e fara muitas outras fa&#231;anhas virando um her&#243;i popular.

&#160;&#160;&#160;</description>
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	<item rdf:about="http://livroslegais.blog.terra.com.br/um_dia_de_merda">
		<title>Um dia de merda</title>
		<link>http://livroslegais.blog.terra.com.br/um_dia_de_merda</link>
		<dc:date>28.10.07</dc:date>
		<dc:creator>Félix</dc:creator>
		<dc:subject></dc:subject>
		<description>Nome: Um dia de merdaAutor: Luiz Fernando Ver&#237;ssimo
Um dia de merda
Luiz Fernando Ver&#237;ssimo (ver&#237;dico)  Aeroporto Santos Dumont, 15:30. Senti um pequeno mal estar causado por uma c&#243;lica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada n&#227;o aliviasse. Mas, atrasado para chegar ao &#244;nibus que me levaria para o Gale&#227;o, de onde partiria o v&#244;o para Miami, resolvi segurar as pontas. Afinal de contas s&#227;o s&#243; uns 15 minutos de bus&#227;o. &#8220;Chegando l&#225;, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranq&#252;ilo&#8221;. O avi&#227;o s&#243; sairia &#224;s 16:30.  Entrando no &#244;nibus, sem sanit&#225;rios, senti a primeira contra&#231;&#227;o e tomei consci&#234;ncia de que minha gravidez fecal chegara ao nono m&#234;s e que faria um parto de c&#243;coras assim que entrasse no banheiro do aeroporto. Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil, falei: &#8220;Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro&#8221;. Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a for&#231;a de vontade para trabalhar e segurei a onda. O &#244;nibus nem tinha come&#231;ado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante: &#8220;Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levar&#225; em torno de 1 hora, devido &#224;s obras na pista&#8221;. A&#237; o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo. Fiz um esfor&#231;o herc&#250;leo para segurar o trem merda que estava para chegar na esta&#231;&#227;o &#226;nus a qualquer momento. Suava em bicas.  Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro. O al&#237;vio provis&#243;rio veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava me distrair vendo TV, mas s&#243; conseguia pensar em um banheiro, n&#227;o com uma privada, mas com um vaso sanit&#225;rio t&#227;o branco e t&#227;o limpo que algu&#233;m poderia botar seu almo&#231;o nele. E o papel higi&#234;nico ent&#227;o: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do &#244;nibus e percebi, consternado, que havia cagado. Um coc&#244; s&#243;lido e comprido daqueles que d&#227;o orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que d&#225; vontade de ligar pros amigos e parentes e convid&#225;-los a apreciar na privada. T&#227;o perfeita obra, dava pra expor em uma bienal. Mas sem d&#250;vida, a situa&#231;&#227;o tava tensa. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessei s&#233;rio: &#8220;Cara, caguei&#8221;.  Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle. &#8220;Que se dane, me limpo no aeroporto&#8221; &#8211; pensei. &#8220;Pior que isso n&#227;o fico&#8221;. Mal o &#244;nibus entrou em movimento, a c&#243;lica recome&#231;ou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira, mas n&#227;o pude evitar e, sem muita cerim&#244;nia ou anuncia&#231;&#227;o, veio a segunda leva de merda. Dessa vez, como uma pasta morna. Foi merda para tudo que &#233; lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, cal&#231;as, meias e p&#233;s. E mais uma c&#243;lica anunciando mais merda, agora l&#237;quida, das que queimam o fiof&#243; do fregu&#234;s ao sair rumo &#224; liberdade. E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar, afinal de contas o que era um peidinho para quem j&#225; estava todo cagado. J&#225; o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez.  Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tir&#225;-lo levou metade dos p&#234;los do rabo junto. Mas era tarde demais para tal artif&#237;cio absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada. Finalmente cheguei ao aeroporto e, saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do &#244;nibus e a levasse ao sanit&#225;rio do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri ao banheiro e, entrando de boxe em boxe, constatei a falta de papel higi&#234;nico em todos os cinco.  Olhei para cima e blasfemei: &#8220;Agora chega, n&#233;?&#8221; Entrei no &#250;ltimo, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situa&#231;&#227;o (que conclui como sendo o fundo do po&#231;o) e esperar pela minha salva&#231;&#227;o, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.  Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o &#8220;check-in&#8221; e ia correndo tentar segurar o v&#244;o. Jogou por cima do boxe o cart&#227;o de embarque e uma maleta de m&#227;o e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. Ele tinha despachado a mala com roupas. Na mala de m&#227;o s&#243; tinha um pul&#244;ver de gola &#8220;V&#8221;. A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus.  Desesperado, comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveit&#225;veis. Minha cueca joguei no lixo. A camisa era hist&#243;ria. As cal&#231;as estavam deplor&#225;veis e, assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda. Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10. Teria que improvisar. A inven&#231;&#227;o &#233; m&#227;e da necessidade, ent&#227;o transformei uma simples privada em uma magn&#237;fica m&#225;quina de lavar. Virei a cal&#231;a do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na &#225;gua. Comecei a dar descarga at&#233; que o grosso da merda se desprendeu.  Estava pronto para embarcar. Sa&#237; do banheiro e atravessei o aeroporto em dire&#231;&#227;o ao port&#227;o de embarque trajando sapatos sem meias, as cal&#231;as do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (n&#227;o exatamente limpas) e o pul&#244;ver gola &#8220;V&#8221;, sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.  Embarquei no avi&#227;o, onde todos os passageiros estavam esperando &#8220;O RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO&#8221; e atravessei todo o corredor at&#233; o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria. A aeromo&#231;a se aproximou e perguntou se precisava de algo. Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfar&#231;ar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi n&#227;o pedir: &#8220;Nada, obrigado. Eu s&#243; queria esquecer este dia de merda!&#8221;</description>
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	<item rdf:about="http://livroslegais.blog.terra.com.br/o_hobbit">
		<title>O Hobbit</title>
		<link>http://livroslegais.blog.terra.com.br/o_hobbit</link>
		<dc:date>28.10.07</dc:date>
		<dc:creator>Félix</dc:creator>
		<dc:subject></dc:subject>
		<description>
Nome: O HobbitAutor: J.R.R. TolkienEditora: InfeN&#250;mero de P&#225;ginas: 296Descri&#231;&#227;o:Este &#233; um livro do meu autor preferido Tolkien, onde sua inten&#231;&#227;o era fazer uma historia para seu filho. Nessa historia Tolkien conta as aventuras de Bilbo Bolseiro (tio de Frodo), que com mais doze an&#245;es tem que matar o poderoso drag&#227;o Smaug para pegar seu tesouro.


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		<description>Nome:Deltora QuestAutor: Emily RoddaEditora: fundamentonumero de paginas: 104Descri&#231;&#227;o:uma cole&#231;&#227;o de 8 livros, deltora quest de vista pode parecer um livro para crian&#231;as, mas li e gostei e meu pai tamb&#233;m, uma aventura sempre cheia de surpresas, voc&#234; fica muito preso ao livro querendo saber oque vai acontecer e a cada volume a historia fica melhor.A historia se trata das aventura de Lief, que leva o cintur&#227;o de Deltora , Barda seu companheiro que outrora se disfar&#231;ava de mendigo, um homem alto e forte, e Jasmine que se une a eles em sua primeira aventura.O senhor do mau conseguiu destruir o cinturao de deltora e agora Lief, Barda e Jasmine est&#227;o encarregados da dificil tarefa de recuperar as 7 pedras preciosas para reconstituir o cintur&#227;o e salvar Deltora.
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Christopher disse que a hist&#243;ria, situada em um per&#237;odo muito anterior ao da trilogia de O Senhor dos An&#233;is, &#233; a &#250;ltima grande obra sobre a Terra M&#233;dia escrita pelo pai.
O livro foi ilustrado por Alan Lee, que trabalhou nas vers&#245;es para o cinema das obras de Tolkien.
No Brasil, livrarias j&#225; come&#231;aram a importar c&#243;pias da vers&#227;o original em ingl&#234;s de The Children of H&#250;rin, e os livros devem estar dispon&#237;veis em poucas semanas.
Trechos divulgados
Os f&#227;s v&#227;o reconhecer v&#225;rios trechos do livro que j&#225; foram publicados separadamente. Christopher Tolkien j&#225; editou outro trabalho incompleto do pai, O Silmarillion, em 1977. 
Esse livro faz um resumo geral da mitologia da Terra M&#233;dia e inclui hist&#243;rias individuais, entre elas a do livro novo, The Children of H&#250;rin.


&#34;Depois de estudar longamente os manuscritos, tentei construir uma narrativa coerente sem inventar nada&#34;, disse Christopher sobre o novo lan&#231;amento.TristezaOutro membro da fam&#237;lia Tolkien trabalhou no projeto: o neto do escritor, Adam, no papel de editor-assistente. Ele disse que estava &#34;triste&#34; com a maneira como alguns f&#227;s parecem ter esquecido como seu av&#244; realmente era.&#34;Todo mundo fala sobre a marca, a franquia e os filmes. As pessoas obviamente esquecem que existe um homem por tr&#225;s disso, que ele escreveu por suas raz&#245;es e que livros s&#227;o maravilhosos&#34;, disse.&#34;Eu certamente n&#227;o estou infeliz com o sucesso que tiveram, mas &#233; uma pena que (a obra) tenha se tornado uma marca. &#201; uma obra de arte&#34;.Mais de 150 milh&#245;es de c&#243;pias de O Senhor dos An&#233;is foram vendidas no mundo e a obra gerou tr&#234;s filmes com grande sucesso de bilheteria.</description>
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		<title>O Super Silva</title>
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		<description>Nome: O Super SilvaAutor: Ivan JafEditora: &#193;ticaN&#250;mero de p&#225;ginas:114Descri&#231;&#227;o:Mais um livro de um de meus autores preferidos, j&#225; li muitos livros do Ivan Jaf e gostei de todos, com seu estilo naturalista ele sempre faz uma historia muite engra&#231;ada.Silva &#233; um borracheiro humilde do morro da mangueira, ate que em um dia de carnaval bebe muito e acaba caindo de um barranco e parando em um lix&#227;o, se vestindo com todas as fantasias que encontra. Logo depois ele salvaria uma rep&#243;rter e fara muitas outras fa&#231;anhas virando um her&#243;i popular.

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		<title>Um dia de merda</title>
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		<description>Nome: Um dia de merdaAutor: Luiz Fernando Ver&#237;ssimo
Um dia de merda
Luiz Fernando Ver&#237;ssimo (ver&#237;dico)  Aeroporto Santos Dumont, 15:30. Senti um pequeno mal estar causado por uma c&#243;lica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada n&#227;o aliviasse. Mas, atrasado para chegar ao &#244;nibus que me levaria para o Gale&#227;o, de onde partiria o v&#244;o para Miami, resolvi segurar as pontas. Afinal de contas s&#227;o s&#243; uns 15 minutos de bus&#227;o. &#8220;Chegando l&#225;, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranq&#252;ilo&#8221;. O avi&#227;o s&#243; sairia &#224;s 16:30.  Entrando no &#244;nibus, sem sanit&#225;rios, senti a primeira contra&#231;&#227;o e tomei consci&#234;ncia de que minha gravidez fecal chegara ao nono m&#234;s e que faria um parto de c&#243;coras assim que entrasse no banheiro do aeroporto. Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil, falei: &#8220;Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro&#8221;. Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a for&#231;a de vontade para trabalhar e segurei a onda. O &#244;nibus nem tinha come&#231;ado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante: &#8220;Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levar&#225; em torno de 1 hora, devido &#224;s obras na pista&#8221;. A&#237; o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo. Fiz um esfor&#231;o herc&#250;leo para segurar o trem merda que estava para chegar na esta&#231;&#227;o &#226;nus a qualquer momento. Suava em bicas.  Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro. O al&#237;vio provis&#243;rio veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava me distrair vendo TV, mas s&#243; conseguia pensar em um banheiro, n&#227;o com uma privada, mas com um vaso sanit&#225;rio t&#227;o branco e t&#227;o limpo que algu&#233;m poderia botar seu almo&#231;o nele. E o papel higi&#234;nico ent&#227;o: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do &#244;nibus e percebi, consternado, que havia cagado. Um coc&#244; s&#243;lido e comprido daqueles que d&#227;o orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que d&#225; vontade de ligar pros amigos e parentes e convid&#225;-los a apreciar na privada. T&#227;o perfeita obra, dava pra expor em uma bienal. Mas sem d&#250;vida, a situa&#231;&#227;o tava tensa. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessei s&#233;rio: &#8220;Cara, caguei&#8221;.  Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle. &#8220;Que se dane, me limpo no aeroporto&#8221; &#8211; pensei. &#8220;Pior que isso n&#227;o fico&#8221;. Mal o &#244;nibus entrou em movimento, a c&#243;lica recome&#231;ou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira, mas n&#227;o pude evitar e, sem muita cerim&#244;nia ou anuncia&#231;&#227;o, veio a segunda leva de merda. Dessa vez, como uma pasta morna. Foi merda para tudo que &#233; lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, cal&#231;as, meias e p&#233;s. E mais uma c&#243;lica anunciando mais merda, agora l&#237;quida, das que queimam o fiof&#243; do fregu&#234;s ao sair rumo &#224; liberdade. E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar, afinal de contas o que era um peidinho para quem j&#225; estava todo cagado. J&#225; o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez.  Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tir&#225;-lo levou metade dos p&#234;los do rabo junto. Mas era tarde demais para tal artif&#237;cio absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada. Finalmente cheguei ao aeroporto e, saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do &#244;nibus e a levasse ao sanit&#225;rio do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri ao banheiro e, entrando de boxe em boxe, constatei a falta de papel higi&#234;nico em todos os cinco.  Olhei para cima e blasfemei: &#8220;Agora chega, n&#233;?&#8221; Entrei no &#250;ltimo, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situa&#231;&#227;o (que conclui como sendo o fundo do po&#231;o) e esperar pela minha salva&#231;&#227;o, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.  Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o &#8220;check-in&#8221; e ia correndo tentar segurar o v&#244;o. Jogou por cima do boxe o cart&#227;o de embarque e uma maleta de m&#227;o e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. Ele tinha despachado a mala com roupas. Na mala de m&#227;o s&#243; tinha um pul&#244;ver de gola &#8220;V&#8221;. A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus.  Desesperado, comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveit&#225;veis. Minha cueca joguei no lixo. A camisa era hist&#243;ria. As cal&#231;as estavam deplor&#225;veis e, assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda. Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10. Teria que improvisar. A inven&#231;&#227;o &#233; m&#227;e da necessidade, ent&#227;o transformei uma simples privada em uma magn&#237;fica m&#225;quina de lavar. Virei a cal&#231;a do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na &#225;gua. Comecei a dar descarga at&#233; que o grosso da merda se desprendeu.  Estava pronto para embarcar. Sa&#237; do banheiro e atravessei o aeroporto em dire&#231;&#227;o ao port&#227;o de embarque trajando sapatos sem meias, as cal&#231;as do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (n&#227;o exatamente limpas) e o pul&#244;ver gola &#8220;V&#8221;, sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.  Embarquei no avi&#227;o, onde todos os passageiros estavam esperando &#8220;O RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO&#8221; e atravessei todo o corredor at&#233; o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria. A aeromo&#231;a se aproximou e perguntou se precisava de algo. Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfar&#231;ar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi n&#227;o pedir: &#8220;Nada, obrigado. Eu s&#243; queria esquecer este dia de merda!&#8221;</description>
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		<title>O Hobbit</title>
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		<dc:date>28.10.07</dc:date>
		<dc:creator>Félix</dc:creator>
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Nome: O HobbitAutor: J.R.R. TolkienEditora: InfeN&#250;mero de P&#225;ginas: 296Descri&#231;&#227;o:Este &#233; um livro do meu autor preferido Tolkien, onde sua inten&#231;&#227;o era fazer uma historia para seu filho. Nessa historia Tolkien conta as aventuras de Bilbo Bolseiro (tio de Frodo), que com mais doze an&#245;es tem que matar o poderoso drag&#227;o Smaug para pegar seu tesouro.


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